Bom, o movimento estudantil. Na realidade, para mim não tem movimento nenhum. Já comentei (procura, tá em algum lugar deste site) que o "último" momento de "força" dos estudantes, o "Fora Collor" foi algo risível. Não existe mais representatividade, é sempre um pequeno grupo que "toca o barco" e todo o resto (oposição) cobra milagres. Do modo com que são "organizados", a falta de critérios e objetivos (principalmente na eleição das prioridades do movimento) impede uma maior articulação e ação destas agremiações. As críticas são as mesmas dos anos setenta, a organização idem. Acho que esse problema é estrutural.
Na UFRGS, o velho sistema de DA's+DCE divide o movimento drasticamente. E como organizar? Não sei, acho que precisamos tentar alternativas. Já sugeri algumas vezes no DA da história (o CHIST) que se tentasse uma eleição representativa, que compusesse uma mesa proporcional entre as chapas envolvidas na eleição. Acho que daria para aproveitar a internet (que, por mais excludente que seja, no âmbito da universidade significa quase acesso universal) para divulgar atas de reuniões, fazer votações, grupos de discussão (organizados minimamente) e considerar a participação direta dos alunos. E preparar, sim, o grupo para edificar orientações sociais e relativas às políticas brasileiras e institucionais (educação, saúde, tecnologia, tudo isso pode ser "socializado" por um movimento organizado e voltado para o bem público).
Pena que tudo isso é só utopia. O que esses grupos querem mesmo é o poder, organizar festas (o que não deixa de ser útil) e matar aula nas semanas de eleição. Tudo em nome da imobilidade.
DESABAFO
Na UFRGS, o velho sistema de DA's+DCE divide o movimento drasticamente. E como organizar? Não sei, acho que precisamos tentar alternativas. Já sugeri algumas vezes no DA da história (o CHIST) que se tentasse uma eleição representativa, que compusesse uma mesa proporcional entre as chapas envolvidas na eleição. Acho que daria para aproveitar a internet (que, por mais excludente que seja, no âmbito da universidade significa quase acesso universal) para divulgar atas de reuniões, fazer votações, grupos de discussão (organizados minimamente) e considerar a participação direta dos alunos. E preparar, sim, o grupo para edificar orientações sociais e relativas às políticas brasileiras e institucionais (educação, saúde, tecnologia, tudo isso pode ser "socializado" por um movimento organizado e voltado para o bem público).
Pena que tudo isso é só utopia. O que esses grupos querem mesmo é o poder, organizar festas (o que não deixa de ser útil) e matar aula nas semanas de eleição. Tudo em nome da imobilidade.
DESABAFO

<< Home