2006-05-14

Não sou muito afeito as modas. Mas sempre acabo entrando nelas. De um jeito ou de outro. Detestava aquelas bolsas de carteiro, com alça atirada sobre o ombro. Preferia a boa e velha mochila. Hoje (ou melhor, já faz uns cinco anos) que não sei o que é andar com uma dessas. Me rendi. Outra foi o weblog. Se bem que sou velho nessa, e fugi quando a moda estava explodindo. De qualquer forma, voltei.

Mas teve uma em que não entrei. Nesta de ter banda. Gravar CD. Tentar ser um sucesso. Conheço uma galera que ainda está nessa. Mas, no meu caso, foi um quase. Em 1995, eu e mais três amigos que não vejo há muito, decidimos montar uma banda. Nenhum de nós sabia tocar porcaria nenhuma. Eu seria o vocalista, letrista e guitarrista base (que modéstia); o Luiz o solo; o Rafael o baixo e o Cássio a bateria. Não me perguntem como eles estão, isso já faz mais de dez anos. Mas não vingou. Eu só fui "aprender" a tocar violão cinco anos depois. O legal é que tínhamos, pelo menos, um belo nome: Periferia Capitalista.

MEMÓRIAS