Eu não gosto de donos de empresas de ônibus. O senhor José Alberto Guerreiro é o "dono" da STS - consórcio de empresas que suprem a necessidade dos habitantes da Zona Sul de Porto Alegre. No período de 1998/1999 ele foi presidente do Grêmio. A época que o Ronaldinho estava despontando como mina de ouro no Olímpico. Naquele período rolou uma parceria com a ISL (empresa Suíça de marketing esportivo) que levou aos cofres tricolores recursos para montar um "bom" time - o que não foi feito em medida de contratações equivocadas e de salários milionários. Ele pôs uma faixa na frente do estádio dizendo "Não vendemos Craques".
O resultado foi uma separação litigiosa entre o clube e o seu maior craque. Ele foi embora do Olímpico sem o clube ganhar um tostão, de graça para os franceses que ganharam uma bolada do Barcelona na revenda. A ISL foi a maior piada: faliu, deixou o clube com uma dívida que hoje passa dos cem milhões e ainda cobra do Grêmio um dinheiro que teria sido desviado na contratação de alguns jogadores. Pago em cheque. Os cheques teriam sido descobertos e endossados pelo então presidente do clube (Guerreiro).
As coisas estão em panos quentes. O Ministério Público está averiguando. E a STS tem ônibus novinhos. E as empresas (Digicom, de Gravataí, RS) ainda quer inventar coisas para ela ganhar mais dinheiro, enquanto ninguém inventa nada para que pobres não morram de fome.
DESGOSTOS E MÁGOAS
Escrito às 11:50
O resultado foi uma separação litigiosa entre o clube e o seu maior craque. Ele foi embora do Olímpico sem o clube ganhar um tostão, de graça para os franceses que ganharam uma bolada do Barcelona na revenda. A ISL foi a maior piada: faliu, deixou o clube com uma dívida que hoje passa dos cem milhões e ainda cobra do Grêmio um dinheiro que teria sido desviado na contratação de alguns jogadores. Pago em cheque. Os cheques teriam sido descobertos e endossados pelo então presidente do clube (Guerreiro).
As coisas estão em panos quentes. O Ministério Público está averiguando. E a STS tem ônibus novinhos. E as empresas (Digicom, de Gravataí, RS) ainda quer inventar coisas para ela ganhar mais dinheiro, enquanto ninguém inventa nada para que pobres não morram de fome.
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