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A cabeça do ser humano, na evolução, é algo impressionante. Devido até mesmo ao processo de bipeditização, ele teve uma mudança do posicionamento da coluna no encaixe com a caixa craniana, deixando com que o volume disponível para a alocação da nossa massa encefálica saltasse de quatrocentos centímetros cúbicos para mil e quatrocentos, na média. Temos quase tanto espaço na cachola quanto um elefante e, guardando as devidas proporções, isso é um senhor cabeção. Só que, nesse momento, configura-se um problema: será que nossas cabeças continuarão a crescer? E, o mais preocupante, como é que as futuras mamães vão conseguir parir seus filhotes?
Existe um dispositivo muito criativo da natureza humana para permitir a passagem da cria pela coitada da mãe. É uma espécie de deslocamento de placas cranianas que se sobrepõem, "apontando" a careca do rebento como se fosse uma cunha, até a sua libertação. Isso origina a famosa moleira, que depois calcifica e temos o mais novo cabeça dura do universo. Imagine agora que nossa cabeça, por não ter mais limitações, tenda ao tamanho de uma bola de futebol oficial quanto bebê. Será que apenas a alocação de certas partes cerebrais vai fazer alguma diferença?
Mas eu vejo um futuro mais fácil para as beldades que querem um filho. A gestação antecipada em sete meses, mas de uma maneira mais alternativa. As mamães colocam para fora a placenta, que ainda fica presa ao seu interior pelo cordão umbilical - o que permite que a criança seja acondicionada naquelas bolsas térmicas do ampm.
EVOLUÇÃO
A cabeça do ser humano, na evolução, é algo impressionante. Devido até mesmo ao processo de bipeditização, ele teve uma mudança do posicionamento da coluna no encaixe com a caixa craniana, deixando com que o volume disponível para a alocação da nossa massa encefálica saltasse de quatrocentos centímetros cúbicos para mil e quatrocentos, na média. Temos quase tanto espaço na cachola quanto um elefante e, guardando as devidas proporções, isso é um senhor cabeção. Só que, nesse momento, configura-se um problema: será que nossas cabeças continuarão a crescer? E, o mais preocupante, como é que as futuras mamães vão conseguir parir seus filhotes?
Existe um dispositivo muito criativo da natureza humana para permitir a passagem da cria pela coitada da mãe. É uma espécie de deslocamento de placas cranianas que se sobrepõem, "apontando" a careca do rebento como se fosse uma cunha, até a sua libertação. Isso origina a famosa moleira, que depois calcifica e temos o mais novo cabeça dura do universo. Imagine agora que nossa cabeça, por não ter mais limitações, tenda ao tamanho de uma bola de futebol oficial quanto bebê. Será que apenas a alocação de certas partes cerebrais vai fazer alguma diferença?
Mas eu vejo um futuro mais fácil para as beldades que querem um filho. A gestação antecipada em sete meses, mas de uma maneira mais alternativa. As mamães colocam para fora a placenta, que ainda fica presa ao seu interior pelo cordão umbilical - o que permite que a criança seja acondicionada naquelas bolsas térmicas do ampm.
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