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O Pedro, ha alguns dias atrás, publicou um post sobre palavrões. Falando de como é importante o uso continuado dessas expressões do arco da velha - principalmente no que diz respeito a simplificação da síntese do que é o pensamento humano. Lê que tu vai entender o que eu quero dizer.
Pensei um bocado a respeito. E me dei conta de que ele tem razão em um ponto. No que diz respeito a traduzir o que as pessoas querem dizer, por argumentos que ele mesmo deu. Só que a teoria dele só faz sentido por causa do preconceito humano. Se a prostituição não fosse tabú, filho da puta não era ofensa. Homossexualismo, se fosse socialmente aceito, não tornaria a palavra bicha tão poderosa - e no mesmo barco morreriam o "vai te foder", o "isso é foda" em variante negativa, e outros. Com a ausência do possessivismo nos relacionamentos amorosos - ou apenas da disconfiança - o corno manso seria apenas sinônimo de boi bonzinho.
O que sustenta e dá poder ao xingamento é a mente de quem é alvo do mesmo.
PRECONCEITOS
O Pedro, ha alguns dias atrás, publicou um post sobre palavrões. Falando de como é importante o uso continuado dessas expressões do arco da velha - principalmente no que diz respeito a simplificação da síntese do que é o pensamento humano. Lê que tu vai entender o que eu quero dizer.
Pensei um bocado a respeito. E me dei conta de que ele tem razão em um ponto. No que diz respeito a traduzir o que as pessoas querem dizer, por argumentos que ele mesmo deu. Só que a teoria dele só faz sentido por causa do preconceito humano. Se a prostituição não fosse tabú, filho da puta não era ofensa. Homossexualismo, se fosse socialmente aceito, não tornaria a palavra bicha tão poderosa - e no mesmo barco morreriam o "vai te foder", o "isso é foda" em variante negativa, e outros. Com a ausência do possessivismo nos relacionamentos amorosos - ou apenas da disconfiança - o corno manso seria apenas sinônimo de boi bonzinho.
O que sustenta e dá poder ao xingamento é a mente de quem é alvo do mesmo.
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