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As diferenças entre um estudante de humanas e um de exatas são gritantes. E isso já começa no idioma que falam. Os humanistas, por exemplo, explicam as coisas minuciosamente em artigos de mil e quinhentas palavras, em rodeios que aparentemente não chegam a conclusões sobre uma assunto, mas sim um novo ponto de vista (deixando o leitor geralmente com mais dúvidas do que no início). Os exatistas apresentam um mone de números em contas de mais e menos, integralizam a derivada e tiram o logarítimo natural para assinar triunfantemente no final CQD (como queríamos demonstrar, ou, traduzindo: eu sou demais).
Mas, os lados contribuem muito com eles mesmos. Como por exemplo, o "n". Já que o "x" é muito manjado na matemática, para não complicar, eles colocam como sendo "algo de n não sei o quê" como símbolo de múltiplas possibilidades. Detesto esse termo, mas hoje até um gari fala que tem n tipos de coisas que ele pode encontrar na rua. Ou os denominadores comuns, tão buscados pelos amantes do equilíbrio. Em suma, existe uma grande migração de linguajar exato para o humano.
E já que estamos (aí me incluo (eu como ponto de vista humano, não exato)) importando tantos recursos, por que não importamos também os parênteses sequenciais? Na matemática pode-se (mesmo sem o uso de chaves ou colchetes (outros símbolos ("[ , ]"e "{ , }") usados para dar a ordem das operações) para a mesma finalidade) colocar quantos parênteses quiser numa expressão sem que ela perca a sua validade. Por que não fazemos isso no português? Acho que seria algo bem mais útil.
PARÊNTESES
As diferenças entre um estudante de humanas e um de exatas são gritantes. E isso já começa no idioma que falam. Os humanistas, por exemplo, explicam as coisas minuciosamente em artigos de mil e quinhentas palavras, em rodeios que aparentemente não chegam a conclusões sobre uma assunto, mas sim um novo ponto de vista (deixando o leitor geralmente com mais dúvidas do que no início). Os exatistas apresentam um mone de números em contas de mais e menos, integralizam a derivada e tiram o logarítimo natural para assinar triunfantemente no final CQD (como queríamos demonstrar, ou, traduzindo: eu sou demais).
Mas, os lados contribuem muito com eles mesmos. Como por exemplo, o "n". Já que o "x" é muito manjado na matemática, para não complicar, eles colocam como sendo "algo de n não sei o quê" como símbolo de múltiplas possibilidades. Detesto esse termo, mas hoje até um gari fala que tem n tipos de coisas que ele pode encontrar na rua. Ou os denominadores comuns, tão buscados pelos amantes do equilíbrio. Em suma, existe uma grande migração de linguajar exato para o humano.
E já que estamos (aí me incluo (eu como ponto de vista humano, não exato)) importando tantos recursos, por que não importamos também os parênteses sequenciais? Na matemática pode-se (mesmo sem o uso de chaves ou colchetes (outros símbolos ("[ , ]"e "{ , }") usados para dar a ordem das operações) para a mesma finalidade) colocar quantos parênteses quiser numa expressão sem que ela perca a sua validade. Por que não fazemos isso no português? Acho que seria algo bem mais útil.
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