Estava conversando hoje com um casal de amigos meus (coincidentemente meus tios e afilhados de casamento) sobre um monte de coisas. É bom filosofar com quem te acompanha nas viagens. E o Luciano elucidava minhas dúvidas sobre as insitituições bancárias. Eu já escrevi sobre isso no Subsolo uma vez. Na minha cabeça, os bancos eram instituições malvadas, que pegavam o dinheiro de meia dúzia de conrrentistas, emprestava para outra meia dúzia, cobrava 12% de juros e pagava 3%, gerando 9% de lucro limpo encima de um capital que não era dele. E fui informado que estava enganado.
Segundo ele, os bancos são instituições mágicas ao invés de malvadas. Elas pegam 100 reais teus. Ela sabe que, se tu depositou cem reais, tu não vai retirar tudo de uma vez - partindo do suposto que a instituição já investigou a décima quinta geração da tua família ou seja, já tem garantias que tu não é caloteiro. Nesse momento, chego eu e peço emprestado 50. O que o banco faz? Me empresta 50 reais teus. Daí teu vizinho pede mais cinquenta. E ele empresta do teu dnheiro. De um dinheiro que não existe e que, porque ele foi depositado por ti, passa a existir. Ou seja, o dinheiro que tu depositou é o que o banco empresta aos credores e as garantias deles são o teu dinheiro. Isso são cem reais limpos, fora os juros dos empréstimos. Assim, o banco agora possui nos ativos os cem reais que tu depositou, mais os cinquenta que tu deve para ele - fisicamente passado pelo teu depósito inicial - e mais cinquenta do teu vizinho.
Ainda bem que eu estava enganado com relação aos bancos.
ESCLARECIMENTOS
Segundo ele, os bancos são instituições mágicas ao invés de malvadas. Elas pegam 100 reais teus. Ela sabe que, se tu depositou cem reais, tu não vai retirar tudo de uma vez - partindo do suposto que a instituição já investigou a décima quinta geração da tua família ou seja, já tem garantias que tu não é caloteiro. Nesse momento, chego eu e peço emprestado 50. O que o banco faz? Me empresta 50 reais teus. Daí teu vizinho pede mais cinquenta. E ele empresta do teu dnheiro. De um dinheiro que não existe e que, porque ele foi depositado por ti, passa a existir. Ou seja, o dinheiro que tu depositou é o que o banco empresta aos credores e as garantias deles são o teu dinheiro. Isso são cem reais limpos, fora os juros dos empréstimos. Assim, o banco agora possui nos ativos os cem reais que tu depositou, mais os cinquenta que tu deve para ele - fisicamente passado pelo teu depósito inicial - e mais cinquenta do teu vizinho.
Ainda bem que eu estava enganado com relação aos bancos.
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