Sabe que nunca te esqueci. Só tenho medo de que tenha esmorecido aquilo que um dia eu senti. Talvez não exista mais um tempo que possamos conjugar em primeira pessoa do plural. Pode ser que não exista mais uma constelação que brilhe ao teu sorriso. Eu tenho quase certeza que vivo demais do passado, num vai e vem frenético de coisas que perderam o sentido em alguma distração do cronômetro. Quero que o brilho dos momentos sejam eternos, mas acabo esquecendo que tenho o hoje para viver. E não dá para viver o hoje mais do que vinte e quatro horas, senão ele vira amanhã e volto a viver de passado.
Um dia pensamos em inventar um botãozinho para desligar o mundo ao nosso redor. Acho que eu deveria ter passado mais tempo não me preocupando em te ter pelo tempo que fosse, mas sim de uma maneira plena e constante. Tenho milhões de motivos para pedir perdão e muitas coisas entaladas na minha garganta. Não devia ter te feito perfeita nos meus pensamentos, tinha que ter olhado para os teus erros. Ambos esquecemos que não existe ninguém igual.
Chorei, esses dias. Pelos dias que segurei minhas lágrimas. Foi doce.
Um dia pensamos em inventar um botãozinho para desligar o mundo ao nosso redor. Acho que eu deveria ter passado mais tempo não me preocupando em te ter pelo tempo que fosse, mas sim de uma maneira plena e constante. Tenho milhões de motivos para pedir perdão e muitas coisas entaladas na minha garganta. Não devia ter te feito perfeita nos meus pensamentos, tinha que ter olhado para os teus erros. Ambos esquecemos que não existe ninguém igual.
Chorei, esses dias. Pelos dias que segurei minhas lágrimas. Foi doce.

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